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A vida é bem mais difícil sem Euricão...

Bom, a razão venceu e o WascO não recuperou os pontos que tinha perdido semana passada. Era simples: o jogador jogou e não estava no BIRA da Federação carioca, não tem pra onde correr. Ponto final. Mas hoje de manhã, o advogado do Time que desceu Colina abaixo já disse que vai pro STJD, e que está disposto a conseguir um efeito suspensivo caso o julgamento não seja feito até sexta feira, para paralisar o campeonato. Se isso ocorrer, creio que os jornalistas , incluindo o Senhor Renato Mauricio Prado, que defenderam o “resultado no campo”, ficarão muito felizes. Ter o campeonato paralisado por um erro realmente cometido pelo WascO. Deve ser isso que eles querem.

Porém, a turma que anda com peninha do time que não cansa de rolar Colina abaixo ainda vai ter muito com o que se preocupar: o relator do processo, Sérgio Saraiva, vice do Pleno do TJD-RJ, disse que vai sugerir que o WascO seja também denunciado no artigo 231 do CBJD, Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que questiona a procura da Justiça Comum antes de acabadas as instâncias da Justiça Desportiva.  A pena, camaradas? Pé na bunda do campeonato.

O WascO escalou o Jefferson sem estar no BIRA? Sim. O WascO recorreu a Justiça comum antes de recorrer à Justiça Desportiva? Sim. Contra fatos não há argumentos. Se a justiça prevalecer, o WascO deve sim ser penalizado. Então por que a imprensa não cobra que a lei seja cumprida? Por que a imprensa não dá chiliquinhos e discursinhos pela moralidade no futebol carioca? Ou será que depois da saída do Euvírus o WascO agora vai tomar o lugar do Botafogo e passar a ser o coitadinho do Rio? Espero que não. A justiça é pra todo mundo, menos os times do Euvírus. Mas agora que o bonachão foi defenestrado de lá, o WascO vai aprender a se submeter a justiça. Como todo mundo.

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Para os que não são publicitários ficarem por dentro, a Unimed rompeu com a F/Nazca, que era a agência que a atendia anteriormente e que foi quem criou o conceito “o melhor plano de saúde é viver, o segundo melhor é Unimed”.

E segundo o site VoxNews, o rompimento feito em comum acordo com a agência se deve ao fato de que esse ano a empresa vai concentrar os esforços no Fluminense, e a verba destinada para o marketing esportivo no ano que entra é de 35 milhões de reais.

Com um parceiro forte e disposto a investir no clube como a Unimed tem sido, cabe à diretoria fazer a parte que lhe cabe para que o Fluminense seja o clube de vanguarda que sempre foi, e volte a honrar tudo o que já representou.

Veja a notícia completa aqui.

Minha primeira lembrança como pessoa, é também minha primeira lembrança de contato com o Flu. Eu tinha quatro anos. Todos os fins de semana íamos para a casa da minha avó materna, eu e meu irmão. E aos domingos meu pai ia nos buscar. Na volta pra casa, sempre pedíamos para dar uma “voltinha”, que consistia em ir até um bairro a beira mar que fica há no máximo dez quilômetros da nossa casa. Para uma criança, era a glória. Fomos dar a tal voltinha neste dia.
No caminho, eu percebi uma movimentação diferente, como se fosse uma comemoração. Ao passarmos pela beira da praia, o flerte começou: hoje sei que naquele dia o Fluminense tinha se sagrado campeão brasileiro em cima do Vasco. Eram centenas de pessoas, vestidas com camisas coloridas e bandeiras, comemorando, com uma nuvem branca que fazia um efeito muito bonito. Meu pai era Tricolor, mas, digamos, não-praticante. Ao chegar em casa vi o gol na televisão, ainda sem entender muito o que acontecia. Mas a torcida no maracanã é algo que nunca mais vou me esquecer.
Alguns meses depois comprei, pela primeira vez, o álbum do Campeonato Brasileiro. E isso decretou a paixão. Eu tinha cinco times do Fluminense, e não colecionava mais o resto. Eu tinha jogadores do Fluminense colados nos cadernos, na estante, na mochila, onde tivesse um espacinho eu colava lá um Washington, um Assis, um Branco ou um Paulo Vitor.
Porque é assim que nasce um tricolor. O Fluminense nos escolhe, e o destino marca o encontro. Somos felizardos. E é uma seleção criteriosa. Por isso não somos a maior torcida. Mas somos a mais bem selecionada, não há dúvidas. Os homens mais inteligentes, mas mulheres mais bonitas, o Estádio mais charmoso… Nada é por acaso. Ser Tricolor não é acaso. Nós Tricolores somos privilegiados d´Ele nos ter escolhido. Ele, no caso, é o Flu. Infelizes os outros torcedores, que não sabem que foram relegados pelo Flu. Bem vindos, Tricolores, a esse humilde site. Falarei aqui sobre o Fluminense, sobre o clube, o time, os jogadores, os outros times, os jogos, enfim, falarei sobre o Flu. Sintam-se em casa. Saudações Tricolores.

Jornalistas querem que tudo termine em pizza

Jornalistas defendem a pizza no futebol

Engraçado. Ontem eu tava vendo o Troca de Passes no SporTV, se não me engano. E percebi uma coisa, no mínimo, curiosa. Os jornalistas esportivos vivem falando de moralização no futebol, que são a favor de punição nos tribunais pros jogadores que forem flagrados pelas câmeras agredindo alguém etc. E ontem, quase todos os presentes no programa, incluindo – como não poderia deixar de ser – Renato Maurício Prado, defendiam que deveria prevalecer, segundo eles, “o que aconteceu no campo”, no caso do Wasc0, e que debocharam do fato do Fluminense ter enviado um advogado ao julgamento.

Ué?! Mas a lei não deveria prevalecer? Eles não vivem falando que o Tribunal deveria ser mais rigoroso em relação aos atrasos, expulsões etc? Mas escalar jogador irregular não tem problema? Vindo do RMP, que quase teve um infarto defendendo que não foi pênalti no Fernando Henrique, eu já esperava isso, mas dos outros não. Lei é lei. Escalou irregular, arque com as consequências. Se for assim, todo mundo vai escalar jogador irregular e levar jornalistas pro tribunal pra defender o “resultado no campo”. Como se diz na minha terra, pimenta nos olhos dos outros é refresco.