Como todos achávamos, o Fluminense não tinha mesmo o que temer. O time do Nacional é bem fraco. Dos destaques do time, José Wilker deveria se chamar Charles Bronson ou Chuck Norris. Só bateu. Aliás, o time inteiro bateu mais que o Junior Baiano em baile funk. Mais nada. Peixinho, com o perdão do trocadilho, nadou, nadou, nadou e morreu na praia. E assim como seu companheiro Rato, era só correria. Aliás, o tal Peixinho fez algo além de correr: foi expulso. Aos 27 Éverton Santos ouviu nossas preces e fez um gol, barrando Roger do time por toda a eternidade.

E como todos nós temíamos: o Fluminense muito  jogou bem no primeiro tempo, mas voltou dormindo e nitidamente querendo segurar o enorme placar de um a zero. Thiago Neves, que foi o melhor em campo no primeiro tempo,  estava muito cansado, mas o Renê preferiu tirar o Conca, que ainda voltava pra ajudar a marcar a correria do Peixinho, pra botar o Leandro Bomfim, que até entrou bem. E aos trinta minutos Peixinho foi expulso. E com um a mais, o que o Renê faz? Tira o Thiago Neves e bota o Marquinho. O Marquinho é rápido, habilidoso, se tivesse enetrado no lugar de um dos volantes teria surtido mais efeito.

E a tônica do segundo tempo foi essa: Rato numa correria danada pra lá e pra cá e o Fluminense cadenciando a bola, segurando, tocando de lado, como se estivesse cinco a zero. Leandro, Leandro Bomfim e Marquinho ainda tentavam alguma coisa, mas não conseguiram fugir da marcação do Nacional. Tivesse o Renê deixado o Leandro e o Marquinho jogarem mais abertos, poderíamos ter evitado o jogo no Rio. Vamos esperar o dia em que não veremos o Fluminense entrar no segundo tempo com sono. Ah, e ainda teve um gol deles anulado por impedimento, mas não tava. Tava na mesma linha.

Dois pontos positivos disso tudo: o Roger pelo visto não volta pro time titular tão cedo, e o Thiago Neves tá pegando ritmo de jogo. Se for assim contra o Chorafogo vai ser brabo.  Que venha o Fred! Leandro Amaral que me desculpe, mas vou sonhar com Éverton Santos e Fred no ataque. ST.